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Como não sou familiarizada com alguns termos técnicos no campo da pesquisa e como esse é um material extenso,
se alguém detectar um erro de tradução e/ou digitação, fique à vontade para corrigir.


1 - Primeira parte do artigo "Blood Libel, um artigo mostrando a fraude que o "Dr" Cameron é.
2- Primeira parte de uma artigo detalhando os seis erros metodológicos cometidos por ele; Erros #1 e #2.
3- Segunda parte do artigo sobre erros metodológicos; Erro #3.
4- Terceira parte do artigo sobre erros metodológicos; Erro #4.
5- Quarta parte dos erros metodológicos; Erro #5.
6- Quinta parte dos erros metodológicos; Erro #6
7 - Segunda parte do artigo "Blood Libel".

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Primeiro casamento civil homoafetivo no Brasil

 Momento histórico!

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terça-feira, 28 de junho de 2011

Homossexualidade é normal. E ponto final!

A compilação abaixo foi realizada por Francisco Boni, membro do Conselho de Mídia da LiHS.

Sempre que você estiver em um debate, sinta-se livre para utilizar este link para a refutação dos argumentos falaciosos mais comuns proferidos contra a homossexualidade.

A) Homossexualidade é explicada por modelos de evolução darwiniana. Se há um genótipo correlacionado com a homossexualidade, verifica-se que ele pode ser sustentado através de um tipo de seleção sexual antagônica. A homossexualidade é suficientemente natural e previsível por modelos evolucionários, ao ponto de não ser um acidente exclusivamente hormonal, genético ou ambiental, mas emergente de condições multifatoriais e genéticas.

B) Homossexuais podem se reproduzir. Não são indivíduos inférteis. Muitos homossexuais exclusivos tem filhos através de inseminação artificial. Não obstante, estão mais uma vez bem longe de ser uma orientação sexual predominante que ameace a manutenção da espécie. Ainda, com os avanços recentes da engenharia genética, poderão cruzar e produzir uma linhagem masculina/feminina própria, através de reprodução hermafrodita assistida ou artificial, com a produção de gametas femininos/masculinos construídos em laboratório (já estão cruzando ratos fêmeas com ratos fêmeas para produzir uma linhagem de fêmeas e ratos machos com machos para produzir uma linhagem de machos). Sabendo disso, não há nenhum critério ético para se negar qualquer status de igualdade aos homossexuais, pois são saudáveis fisicamente e não são um acidente que precisa ser corrigido ou normatizado contra.

C) Homossexuais são saudáveis psicologicamente e seus núcleos familiais também são, como os estudos abaixo provam empiricamente.

Os conhecimentos básicos sobre biologia evolucionária e ciências cognitivas de hoje revelam que a orientação sexual não é uma escolha, que homossexuais são tão saudáveis psicologicamente quanto heterossexuais e que podem manter núcleos familiais tão saudáveis quanto aqueles que sustentados por homossexuais.

Os conhecimentos básicos sobre biologia evolucionária e ciências cognitivas de hoje revelam que a orientação sexual depende mais de uma rede de fatores genéticos e processos cognitivos arracionais do que um conjunto de escolhas racionais e conscientes.

Não existe nenhum argumento jurídico, ético e racional suficientemente consistente que diga que os homossexuais não merecem os mesmos direitos que os heterossexuais possuem.

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Associação Psicológica Americana, Associação Psiquiátrica Americana, e a Associação Nacional de Trabalhadores Sociais afirmou em 2006:

“Atualmente, não existe consenso científico a cerca dos fatores específicos que causam a orientação heterossexual, homossexual, ou bissexual — incluindo todos os possíveis efeitos biológicos, psicológicos, ou efeitos sociais da orientação sexual dos pais. No entanto, a evidência disponível indica que a vasta maioria dos gays e lésbicas foram criados por pais heterossexuais e a vasta maioria das crianças criadas por lésbicas e gays crescem e se tornam heterossexuais.”

Case No. S147999 in the Supreme Court of the State of California, In re Marriage Cases Judicial Council Coordination Proceeding No. 436 http://www.courtinfo.ca.gov/courts/supreme/highprofile/documents/Amer_Psychological_Assn_Amicus_Curiae_Brief.pdf

Colégio Real Britânico de Psiquiatras afirmou em 2007:

“Apesar de quase um século de especulação psicoanalítica e psicológica, não existe evidência substancial que suporta a hipótese de que a natureza da orientação sexual dos pais ou as experiências infantis tem algum papel na formação fundamental da orientação heterossexual ou homossexual. A orientação sexual é biológica em sua natureza, determinada por uma complexa rede de fatores genéticos e do desenvolvimento uterino inicial.”

Royal College of Psychiatrists: Submission to the Church of England’s Listening Exercise on Human Sexuality.

http://www.rcpsych.ac.uk/pdf/Submission%20to%20the%20Church%20of%20England.pdf

Academia Americana de Pediatria afirmou em sua publicação "Pediatria", em 2004:

“A orientação sexual provavelmente não é determinada por um fator, mas uma combinação de fatores genéticos, hormonais e ambientais. Nas décadas recentes, teorias biológicas foram favorecidas por especialistas. Apesar de existirem incertezas a cerca da gênese das variadas orientações sexuais, não há nenhuma evidência científica que paternidades diferenciadas, abuso sexual, influenciam a orientação sexual. O conhecimento atual aponta que a orientação sexual é estabelecida durante o pré-natal.”

Pediatrics: Sexual Orientation and Adolescents, American Academy of Pediatrics Clinical Report. Retrieved 2009-12-08.

http://aappolicy.aappublications.org/cgi/content/full/pediatrics;113/6/1827

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"Estudo mostra que a homossexualidade masculina pode ser explicada por modelos de evolução darwiniana"

Seleção Sexual Antagonística na Homossexualidade Entre Homens Humanos

http://www.plosone.org/article/info:doi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0002282

Hamer et al (genes que parecem estar conectados de alguma forma ao fenótipo homossexual, sendo passados através da linhagem materna); dados zoológicos (quase todos mamíferos possuem indivíduos em sua população que tem preferência pelo mesmo sexo); antropológicos (todas as populações humanas nas mais variadas organizações societais possuem uma população fixa que tem orientação por pessoas do mesmo sexo); ordem de nascimento fraternal (Blanchard et al. descobriram que a cada nascimento masculino aumenta as chances de uma mulher dar a luz à um menino homossexual); morfologia do cérebro (Levy et al. verificou que cérebros de homossexuais têm morfologia similar à de suas contrapartes que são biologicamente de gênero oposto, porém heterossexuais); razão entre tamanho dos dedos e orientação sexual (Williams et al. verificou que a razão entre tamanho dos dedos anulares e o dedo indicador era o mesmo entre homens heterossexuais e mulheres homossexuais, e entre homens homossexuais e mulheres heterossexuais. Isso significa que há um componente desenvolvimental estatisticamente relevante na manutenção da homossexualidade, mesmo não sabendo em exatos detalhes quais são as cascata interações paralelas que acontecem na seleção e no desenvolvimento in utero); Feromônios (apesar de controversa, mas recentemente resistente à análises por pares e replicações, é verificado que cérebros de homens gays respondem aos feromônios de homens como o de mulheres heterossexuais, e o cérebro de mulheres homossexuais respondem aos hormônios femininos como se o cérebro das mesmas fosse de um homem heterossexual).

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De acordo com o Census 2000, quase um quarto da população de casais gays dos EUA criam crianças, e essas famílias vivem em 96% dos Estados americanos. Existem aproximadamente 300.000 crianças sempre criadas por mais de 200.000 casais gays nos EUA. http://www.census.gov/main/www/cen2000.htm

5) Uniões homossexuais reportam o mesmo nível de estresse que relações heterossexuais, e crianças não são afetadas psicologicamente por serem criadas por famílias homossexuais:

2005 Lambert S. Family Journal: Counseling & Therapy for Couples & Families 13(1): 43-51. "Gay and Lesbian Families: What We Know and Where to Go From Here"

2004 Wainright J. Child Development 75(6): 1886-1898. "Psychosocial Adjustment, School Outcomes, and Romantic Relationships of Adolescents With Same-Sex Parents"

2003 Golombok S. Developmental Psychology 39: 20-33. "Children with lesbian parents: A community study."

2003 Millbank J. Australian Journal of Social Issues 38: 541-600. "From here to maternity: A review of the research on lesbian and gay families."

2002 Vanfraussen K. Journal of Reproductive and Infant Psychology 20: 237-252. "What does it mean for youngsters to grow up in a lesbian family created by means of donor insemination."

2002 Golombok S. British Medical Journal 234: 1407-1408. "Adoption by lesbian couples."

2002 Anderssen N. Scandinavian Journal of Psychology 43(4): 335-351. "Outcomes for children with lesbian or gay parents: A review of studies from 1978 to 2000"

2002 Perrin E. Pediatrics 109: 341-344. "Technical report: Coparent or second-parent adoption by same-sex partners."

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1999 Tasker F. Clinical Child Psychology and Psychiatry 4(2): 153-166. "Children in lesbian-led families: A review"

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1998 Parks C. American Journal of Orthopsychiatry 68(3): 376-389. "Lesbian parenthood: A review of the literature"

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1997 Brewaeys A. J of Psychosomatic Obs and Gyn 18:1-16

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1996 Patterson C. Journal of Social Issues 52(3): 29-50. "Lesbian and gay families with children: Implications of social science research for policy"

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1980 Lewis K. Social Work 25:198-203. "Children of Lesbians: Their Point of View"

1) 40-60% dos homens gays, 45-80% das lésbicas estão em uma relação estável.

J Harry-1983 in Contemporary Families and Alternative Lifestyles, ed by Macklin, Sage Publ.

L Peplau-1981, in Journal of Homosexuality 6(3):1-19

J Spada-1979, The Spada Report, New American Library

2) Estudos mostram que relações gay que duram mais de 20 anos não são incomuns

D McWhirter-1984, The Male Couple, Prentice-Hall

S Raphael-1980, Alternative Lifestyles 3:207-230, "The Older Lesbian"

C Silverstein-1981, Man to Man: Gay Couples in America, William Morrow Publ.

3) Em um largo estudo de amostra de casais durante 18 meses, após o término das relações, foram observadas as seguintes estatísticas quanto à orientação das relações: lésbicas=22%, gay=16%, heterossexuais=17%, heterossexuais casados=4%

Blumstein and Schwartz (1983) American Couples: Money, Work, Sex; Morrow Publ.

4) Casais homossexuais e heterossexuais que compartilham do mesmo relevo ético reportado tendem a não diferir nos níveis de amor e satisfação, tampouco em scores em outras escalas padrões de mensuração de bem-estar e qualidade da relação:

M Cardell-1981, Psychology of Women Quarterly 5:488-94

D Dailey-1979, Journal of Sex Research 15:143-57

S Duffy-1986, Journal of Homosexuality 12(2):1-24

L Kurdek-1986, Journal of Personality and Social Psychology 51:711-720

L Peplau-1982, Journal of Homosexuality 8(2):23-35 (see L Peplau-1991, Homosexuality: Research Implications for Public Policy, ed by J Gonsiorek).

6) Homossexuais não são mais promíscuos ou predatórios do que heterossexuais

Há um mito, propagado pela Direita Cristã, de que homossexuais engajam em comportamentos promíscuos. Seguramente, há homossexuais que engajam em tal comportamento. Mas há heterossexuais que fazem a mesma coisa. É importante notar a tendência substância heterossexista que faz com que as pessoas ignorem as falhas heterossexuais enquanto focam nas falhas homossexuais.

7) Em um estudo de comportamento sexual em homossexuais e heterossexuais, os pesquisadores descobriram que dos homens bissexuais e gays, 24% tiveram um parceiro durante toda vida, 45% tiveram 2-4 parceiros homens, 13% tiveram 5-9 parceiros homens, e 18% tiveram 10 ou mais parceiros sexuais, o que produz uma média de 6 parceiros (p. 345)(n=97 de homens gays de um total de 1450 homens). Em um estudo paralelo, uma amostra aleatória de homens heterossexuais (n=3111 homens que tiveram sexo vaginal; de uma amostra total de n=3224, somente 2.3% indicaram terem feito sexo com homens e mulheres), o número médio de parceiros sexuais foi 7.3%, com 28.2% com 1-3 parceiros sexuais, 23.3% tendo mais de 19 parceiros. Isso indica que homens gays tem um número de parceiros sexuais menores que heterossexuais.

J Billy-1993: Family Planning Perspectives 25:52-60

R Fay-1989, Science 243:338-348

Em outra leva de estudos, os primeiros (n=2664) mostraram que homens gays tinham uma média de 6.5 parceiros sexuais nos últimos 5 anos. De fato, os autores do papel reportaram que "homens bissexuais e heterossexuais são muito mais dispostos a serem celibatários (não terem vários parceiros) do que homens homosexuais (n=1235, idade=18-49 anos). Os números a frente indicam a porcentagem de homens e o dado número de parceiros sexuais no ano passado.

D Binson-1995: Journal of Sex Research 32: 245-54.

M Dolcini-1993: Family Planning Perspectives 25: 208-14.

8] Homossexuais não possuem predisposição a serem pedófilos. Em uma amostra aleatória de 175 casos de abusadores sexuais der crianças 76% reportam terem comportamento exclusivamente heterossexual, e 24% reportam comportamento bissexual. A atração sexual por crianças não é relacionada à orientação sexual. A Groth-1978, Archives of Sexual Behavior 7(3): 175-181

9) Em um segundo estudo de 1206 condenações de abusadores de crianças em Nova Jersey, 80.7% eram heterossexuais e 19% eram homossexuais. E Revitch-1962, Diseases of the Nervous System 23:73-78

10) Em um terceiro estudo, 47% dos homens condenados por abuso sexual contra crianças (meninos) estavam dentro de um casamento heterossexual P Gebhard-1965, Sex Offenders, New York: Harper and Row

11) Em um quarto estudo na Inglaterra, em uma revisão de 200 ataques sexuais à garotos, apenas 32 dos perpertradores eram homossexuais. J McGeorge-1964, Medicine, Science and the Law 4:245-53

12) Em um quinto estudo de 148 abusadores que atacaram sexualmente crianças em Massachusetts, 71 (51%) selecionaram meninas, e 31 (21%) atacaram meninos e meninas, Ainda, os autores reportam que "os condenados atraídos por meninos reportaram que não tem interesse em relações homossexuais entre adultos e acharam a aparência feminina dos meninos juvenis atraente..." (p.20) Os pedófilos eram atraídos por crianças e adultos (51%), 83% exclusivamente heterossexuais, e 17% bissexuais. A Groth-1978, LAE Journal (Lambda Alpha Epsilon American Criminal Justice Association) 41 (1): 17-22

13) Em um sexto estudo de 136 condenados, mais de 80% estavam envolvidos em relações adultas heterossexuais de longa data. Simon C--1992, J Interpersonal Violence. 7:211-225

14) Em um sétimo estudo no Hospital Infantil de San Diego, dos 140 garotos que foram atacados, apenas 4% foram atacados por homossexuais. M Spencer-1986, Pediatrics 78 (1):133-138

15) Em um oitavo estudo, também em um hospital infantil, de 269 crianças avaliadas para abuso sexual por adultos conhecidos, 0.7% das crianças foram abusadas por um homossexual e 88% foram abusados por heterossexuais. O resto das crianças (de um total de 352) foram ou abusadas por outras crianças ou adolescentes (21% da amostra total, daqueles que foram abusados por crianças/adolescentes do sexo oposto), ou por estranhos cuja orientação sexual era desconhecida (11.6%) Jenny C--1994, Pediatrics. 94(1):41-4

16) Finalmente, a discussão sobre se homossexuais vs heterossexuais estão mais propensos à molestar crianças ignora completamente a pesquisa atual a cerca da psicopatologia do molestador de crianças. Por definição, o pedófilo é uma pessoa que é atraída por crianças. Já que crianças, típicamente, não apresentam características sexuais secundárias diferenciadas como adultos, o heterossexual ou homossexual típico não são sexualmente atraídos por crianças. Se um adulto é atraído por uma criança, isso está relacionado com sua vulnerabilidade. Mesmo que a criança seja um menino sendo abusado por um homem adulto, o pedófilo não está atraído por características masculinas exatamente, como encontrado pelo estudo feito por Groth, o que seria presumido se o abusador fosse, de fato, "homossexual". Murray JB.--2000 Journal of Psychology. 134(2):211-24 (Review article)

Ainda existem todos esses estudos utilizando vários métodos clínicos e outras revisões e meta-análises apontando nenhuma psicopatologia correlacionada diretamente com a homossexualidade, evidenciando ser uma orientação sexual normal como a heterossexualidade:

a) MMPI:

L Braaten-1965, Genetic Psychology Monographs 71:269-310

R Dean-1964, J of Consulting Psychology 28 483-86

W Horstman-1972, Homosexuality and Psychopathology(dissertation)

Adelman-1977, Arch of Sex Beh 6(3):193-201

Oberstone-1976, Psychology of Women Quarterly 1(2):172-86

b) Eysenck's Personality Inventory, Cattel's 16PF, California Personality Inventory

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E Hooker-1957, J of Projective Techniques 21:18-31

c) Reviews

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d) Psychiatric Interviews

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